terça-feira, 29 de setembro de 2009

Respeito!

RESPEITO
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo.
O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental.
E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito. Incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro.
Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
O Coelho foi magnífico na corrida. Ninguém corria como ele.
Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram:
"Voa, Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou as pernas.
O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

SABE DE UMA COISA?

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem... e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
“RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO! "

Isso é respeito!

Um erro nao justifica outro!

Quer respeito?Respeite também!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Campeonato de pimbolim





Foi um dia legal,8 duplas participaram do campeonato no sistema "mata-mata",perdeu é eliminado.
A final foi empolgante,a dupla dos meninos vencia a partida por três gols de diferença mas as meninas encostaram neles e a partida chegou aos 9 a 9 faltando um gol para o final os meninos venceram!
Ufa!Que jogo!Muitas emoções,foi jogo de gente grande,rsrsrsrs.
Teremos mais!

Família

Família...........Dinossauro.

Novo membro na família!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Dinossauros!!!!!!!










domingo, 13 de setembro de 2009

Ser jovem

Você contribui para os ricos?

Alienados!

Consumismo!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Animais engraçados!

sábado, 5 de setembro de 2009

Bullying!!!
















PROGRAMA DE REDUÇÃO DO COMPORTAMENTO
AGRESSIVO ENTRE ESTUDANTES



APRESENTAÇÃO

CONCEITUAÇÃO
O que é Bullying?
Onde ocorre Bullying?
De que maneira os alunos se envolvem com Bullying?
E o Bullying envolve muita gente?
Quais são as conseqüências do Bullying sobre o ambiente escolar?
Quais são as conseqüências possíveis para os alvos de Bullying?
E para os autores de Bullying?
E quanto às testemunhas?

CONCEITUAÇÃO

O que é Bullying?
O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.

Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, o quadro, a seguir, relaciona algumas ações que podem estar presentes:

Colocar apelidos
Ofender
Zoar
Gozar
Encarnar
Sacanear
Humilhar

Fazer sofrer
Discriminar
Excluir
Isolar
Ignorar
Intimidar
Perseguir
Assediar
Aterrorizar
Amedrontar
Tiranizar
Dominar

Agredir
Bater
Chutar
Empurrar
Ferir
Roubar
Quebrar pertences

E onde o Bullying ocorre?
O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de BULLYING entre seus alunos, ou desconhecem o problema, ou se negam a enfrentá-lo.


De que maneira os alunos se envolvem com o Bullying?
Seja qual for a atuação de cada aluno, algumas características podem ser destacadas, como relacionadas aos papeis que venham a representar:

- alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING;
- alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING;
- autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING;
- testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas convivem em um ambiente onde isso ocorre.

§ Os autores são, comumente, indivíduos que têm pouca empatia. Freqüentemente, pertencem a famílias desestruturadas, nas quais há pouco relacionamento afetivo entre seus membros. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem como modelo para solucionar conflitos o comportamento agressivo ou explosivo. Admite-se que os que praticam o BULLYING têm grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e/ou violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delinqüentes ou criminosas.

§ Os alvos são pessoas ou grupos que são prejudicados ou que sofrem as conseqüências dos comportamentos de outros e que não dispõem de recursos, status ou habilidade para reagir ou fazer cessar os atos danosos contra si. São, geralmente, pouco sociáveis. Um forte sentimento de insegurança os impede de solicitar ajuda. São pessoas sem esperança quanto às possibilidades de se adequarem ao grupo. A baixa auto-estima é agravada por intervenções críticas ou pela indiferença dos adultos sobre seu sofrimento. Alguns crêem ser merecedores do que lhes é imposto. Têm poucos amigos, são passivos, quietos e não reagem efetivamente aos atos de agressividade sofridos. Muitos passam a ter baixo desempenho escolar, resistem ou recusam-se a ir para a escola, chegando a simular doenças. Trocam de colégio com freqüência, ou abandonam os estudos. Há jovens que estrema depressão acabam tentando ou cometendo o suicídio.

§ As testemunhas, representadas pela grande maioria dos alunos, convivem com a violência e se calam em razão do temor de se tornarem as "próximas vítimas". Apesar de não sofrerem as agressões diretamente, muitas delas podem se sentir incomodadas com o que vêem e inseguras sobre o que fazer. Algumas reagem negativamente diante da violação de seu direito a aprender em um ambiente seguro, solidário e sem temores. Tudo isso pode influenciar negativamente sobre sua capacidade de progredir acadêmica e socialmente.

E o Bullying envolve muita gente?
A pesquisa mais extensa sobre BULLYING, realizada na Grã Bretanha, registra que 37% dos alunos do primeiro grau e 10% do segundo grau admitem ter sofrido BULLYING, pelo menos, uma vez por semana.

O levantamento realizado pela ABRAPIA, em 2002, envolvendo 5875 estudantes de 5a a 8a séries, de onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de Bullying, naquele ano, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores e 12,7% autores de Bullying.

Os meninos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as meninas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se caracteriza, principalmente, como prática de exclusão ou difamação.

Quais são as conseqüências do Bullying sobre o ambiente escolar?
Quando não há intervenções efetivas contra o BULLYING, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Alguns alunos, que testemunham as situações de BULLYING, quando percebem que o comportamento agressivo não trás nenhuma conseqüência a quem o pratica, poderão achar por bem adotá-lo.

Alguns dos casos citados na imprensa, como o ocorrido na cidade de Taiúva, interior de São Paulo, no início de 2003, nos quais um ou mais alunos entraram armados na escola, atirando contra quem estivesse a sua frente, retratavam reações de crianças vítimas de BULLYING. Merecem destaque algumas reflexões sobre isso:

- depois de muito sofrerem, esses alunos utilizaram a arma como instrumento de "superação” do poder que os subjugava.
- seus alvos, em praticamente todos os casos, não eram os alunos que os agrediam ou intimidavam. Quando resolveram reagir, o fizeram contra todos da escola, pois todos teriam se omitido e ignorado seus sentimentos e sofrimento.

As medidas adotadas pela escola para o controle do BULLYING, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de uma cultura de não violência na sociedade.

Quais são as conseqüências possíveis para os alvos?
As crianças que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e de suas relações com os meios em que vivem, em especial as famílias, poderão não superar, parcial ou totalmente, os traumas sofridos na escola. Poderão crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa auto-estima, tornando-se adultos com sérios problemas de relacionamento. Poderão assumir, também, um comportamento agressivo. Mais tarde poderão vir a sofrer ou a praticar o BULLYING no trabalho (Workplace BULLYING). Em casos extremos, alguns deles poderão tentar ou a cometer suicídio.

E para os autores?
Aqueles que praticam Bullying contra seus colega poderão levar para a vida adulta o mesmo comportamento anti-social, adotando atitudes agressivas no seio familiar (violência doméstica) ou no ambiente de trabalho.
Estudos realizados em diversos países já sinalizam para a possibilidade de que autores de Bullying na época da escola venham a se envolver, mais tarde, em atos de delinqüência ou criminosos.

E quanto às testemunhas?





As testemunhas também se vêem afetadas por esse ambiente de tensão, tornando-se inseguras e temerosas de que possam vir a se tornar as próximas vítimas.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fast Food




O que comemos,bebemos, nossa alimentação pode trazer prejuízos graves a saúde!

Veja algumas matérias sobre o assunto.


Filme mostra os malefícios do "fast food"
Rodrigo Zavala

Comer todos os dias hambúrgueres com batatas fritas pode ser o sonho de muitas crianças, não só nos Estados Unidos, mas em grande parte do mundo. No entanto, as consequências desse tipo de dieta podem ser catastróficas, como fica provado no documentário "Super Size Me", do americano Morgan Spurlock.
Durante um mês inteiro, o diretor comeu frente às câmeras três refeições saídas diretamente do restaurante McDonald's, apesar da consternação dos médicos que acompanharam toda a dieta. "O filme é a jornada pelo mundo dos problemas de saúde gerados pelo ganho de peso e pelas cadeias de fast food", afirmou o diretor, que esteve esta manhã em São Paulo para promover sua produção.
Spurlock confessa que teve a idéia de fazer tal documentário a partir de uma série de reportagens televisivas sobre a epidemia de obesidade na América. "Tudo levava a crer que nós, assim como o resto do mundo, subitamente tivéssemos assumido a postura do gordo feliz", criticou.
Um levantamento feito nos EUA mostrou que 13% das crianças de entre 6 e 11 anos e 14% dos adolescentes entre 12 e 19 tinham sobrepeso. A manutenção do padrão de inatividade física e erro alimentar mostrou que o sobrepeso e a obesidade atingem entre 30% a 35% das pessoas com idade abaixo dos 30 anos. E esses dados estão desatualizados. "Eu assisti a inúmeras crianças obesas e incontáveis famílias que saíam para comer fora, noite após noite, entupindo-se de pizza e hambúrguer", lembrou.
Segundo Spurlock, parte da culpa recai sobre a técnica publicitária, desenvolvida para seduzir e condicionar crianças. No McDonald's, por exemplo, o palhaço é o símbolo de divertimento nos parquinhos coloridos das lojas, além de aparecer sempre nos comerciais. Um fato curioso no filme é o teste que o diretor faz para provar a presença de Ronald na memória das crianças. Quando mostra fotografias para as crianças, que reconhecem, sem titubear e com sorriso no rosto, o palhaço, confundem Jesus Cristo com George W. Bush.
E o assunto está bem longe de ser restrito apenas aos Estados Unidos, como advertiu o próprio diretor. Em março deste ano, em Genebra (Suíça), ministros da Saúde do mundo inteiro chegaram a um acordo para que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprove uma estratégia para o combate da obesidade - principal causa do aumento das doenças cardiovasculares e de diabetes - que defende a redução da ingestão de açúcar.
Entre as principais recomendações do documento apresentado estavam: diminuição de açúcar, sal e gordura em alimentos industrializados; controle da propaganda de alimentos para crianças; aumento das informações nutricionais nos rótulos de produtos; fiscalização sobre as qualidades anunciadas nas embalagens; investimentos em programas de educação sobre a saúde. "É uma cultura que começa logo no berço e continua por toda a vida adulta. Isso é um absurdo. E os resultados podem ser vistos nas ruas".
Quando questionado sobre a clara idéia de que comer um mesmo alimento durante um mês inteiro também é prejudicial, Spurlock é enfático:" Se você comer todos os dias brócolis, também poderá ficar doente. Mas os agricultores não falam todos os dias para você comer o vegetal, não criam parques, desenhos ou brinquedos. Muito menos falam que brócolis é uma refeição."
Durante o documentário, o espectador verá a equipe do diretor perguntar a 100 nutricionistas qual é a média saudável para comer esse tipo de alimento, seja ele McDonald's, Bob's, Burguer King ou Taco Bell. Todos afirmam que a média deve ser no máximo duas vezes por mês.
A nutricionista brasileira Carolina Sayad, uma das profissionais do Hospital Sta. Isabel, em São Paulo, é da mesma opinião. "Esses alimentos são ricos em gorduras, conservantes, corantes, além de serem extra calóricos. Mesmo as saladas não se comparam, em termos nutricionais, as que fazemos em casa", analisa.
Depois de um mês se alimentando desse tipo de "refeição", Spurlock apresentou hipertensão, problemas no fígado, estômago e fortes dores de cabeça causados pelo excesso de açúcar. Além disso, em menos de 30 dias já havia superado seu peso em mais de 10 quilos. "Tudo o que eu queria era que essa experiência chegasse ao fim", alegra-se o diretor, que depois de um ano, voltou ao seu peso normal.
A relação entre a educação e as diferentes mídias como ferramentas para estimular práticas educativas (educomunicação). Esses são os focos da seção Mídia & Educação.
outros destaques


Rapidez para tudo
A principal justificativa dada pelas pessoas que consomem os chamados fast food (comida rápida) é que eles são práticos e rápidos. Novas pesquisas científicas, contudo, mostram que esta também é uma via rápida para a obesidade, as doenças coronarianas e para o Mal de Alzheimer.
Efeitos nas crianças
Recentemente, uma pesquisa feita no Brasil mostrou que os fast food estão entre as principais causas das doenças coronarianas em crianças. Entre os fatores de risco estão a obesidade, o sedentarismo, a pressão alta, a alteração das taxas de colesterol e triglicérides.
"Isso vem dos fast foods, da vida na frente da televisão ou do computador, ou seja, da não orientação adequada das crianças", destacou a presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia Pediátrica, Ieda Jatene. (veja a reportagem completa em Obesidade já é problema maior do que desnutrição entre crianças brasileiras).
Efeitos nos jovens
Outra pesquisa demonstrou que 97% dos jovens brasileiros precisam rever seus hábitos alimentares.
"A tendência é que um jovem de 19 anos passe mais tempo fora de casa e, por isso, a alimentação seja baseada em fast foods e comidas menos saudáveis. Além disso, a maioria dos adolescentes nessa faixa etária já trabalha e tem mais autonomia nas escolhas", afirma a nutricionista Samantha Caesar de Andrade (veja esta reportagem completa em Maioria dos jovens tem maus hábitos alimentares.
Efeitos na maturidade
Agora, uma nova pesquisa feita na Suécia, demonstra que os fast foods também podem ser uma via rápida para o Mal de Alzheimer.
A pesquisa foi feita em animais de laboratório, que receberam uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol, dosados para reproduzir com fidelidade o valor nutricional dos lanches do tipo fast food.
Alterações no cérebro
Depois de nove meses sujeitos a esta alimentação, os animais desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares do Mal de Alzheimer.
"Ao examinar os cérebros destes ratos, nós descobrimos uma mudança química que não é diferente da encontrada no cérebro com Alzheimer", disse Susanne Akterin, do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer do Instituto Karolinska, em Estocolmo.
Os testes mostraram que os alimentos alteraram a formação de uma proteína chamada Tau, que forma nódulos no cérebro de pacientes com Alzheimer, que impedem o funcionamento normal das células, fazendo com que elas morram.
Danos à memória
Outra conclusão do estudo é que o colesterol presente nos fast foods reduziu os níveis de outra substância no cérebro, chamada Arc, uma proteína ligada ao armazenamento da memória.
"Nós suspeitamos que um alto consumo de gordura e colesterol, em combinação com fatores genéticos (...) podem afetar de maneira adversa várias substâncias no cérebro, que podem ser um fator que contribui para o desenvolvimento de Alzheimer", afirmou Akterin.
A pesquisadora disse que "os resultados dão alguma indicação de como o mal de Alzheimer pode ser prevenido, mas são necessárias mais pesquisas neste campo antes que se possa fazer um aconselhamento apropriado ao público".


Comerciais de fast fodd contribui para obesidade infantil e adolescente!

Um estudo recente foi publicado no “Journal of Law & Economics” atesta que há uma ligação direta entre a obesidade infantil e comerciais de fast food.
O estudo foi feito com quase 13.000 crianças nos anos de 1979 e 1997 e abrangeu todos os Estados Unidos. Neste período foi constatado que a quantidade de crianças obesas entre 6 e 11 anos triplicou.
De acordo com a pesquisa a proibição destes comerciais nos horários infantis acarretaria em uma redução de crianças obesas de 18% na faixa de 3 a 11 anos e de 14% para os adolescentes entre 12 e 18.
Os autores da pesquisa não acreditam que proibir os comerciais de fast food seja uma tarefa fácil pois requereria um grande esforço governamental. Agora imagina se fosse no Brasil, exigir isto de nossos políticos é o mesmo que pedir honestidade em suas gestões ou seja, nunca iria acontecer.
Vale destacar que a Noruega, Suécia e Finlândia são países que proibiram comerciais em programas infantis, além do mais no Canada a CBC que é uma emissora pública também não veicula comerciais na programação infantil.